quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Plataforma Freire: inscrições prorrogadas .

Plataforma Freire: inscrições prorrogadas
Um dos programas positivos lançados pelo governo federal é a Plataforma Freire. Por meio deste programa os professores da rede pública podem ter acesso a formação inicial, continuada e especialização, tanto em cursos presenciais quanto à distância.
Foram oferecidas 22.526 para Especialização, 356024 para formação continuada e 83647 para formação inicial.

Os dados disponíveis mostram que ocorreu uma grande procura para cursar especialização e formação inicial. Para especialização tivemos 1,7 professores para cada vaga oferecida e para formação inicial 1,22 professores por vaga. Até o dia de hoje havia apenas 78.449 professores pré-inscritos para os cursos de formação continuada.

O Portal do MEC informa que as pré-inscrições para cursos de formação continuada, que se encerrariam nesta segunda-feira, 8, foram prorrogadas e devem ser feitas até o dia 28. Professores da rede pública podem concorrer em até três cursos de curta duração e especialização oferecidos pelo Ministério da Educação em parceria com universidades, escolas técnicas, estados e municípios.

Estão abertas 354.952 vagas em 26 estados. Há cursos presenciais e a distância em diversas áreas, como educação em direitos humanos, diversidade, relações étnico-raciais, mediadores de leitura, uso de computador na escola, além de outros em disciplinas básicas, como matemática e língua portuguesa.

Podem se inscrever professores que tenham formação específica para o magistério em nível médio (técnico ou normal) e aqueles com licenciatura ou formados em pedagogia. Os cursos têm carga horária entre 40 e 300 horas. Os educadores também podem se inscrever em cursos de especialização. São 22.426 vagas em 24 estados.

Detalhes sobre oferta e número de vagas são encontrados na Plataforma Freire. A pré-inscrição deve ser feita pela internet. Mais informações pelo telefone 0800-616161, ramal 4.
Li e publiquei.

Para que exagerar!

Existe um ditado que diz: "o mundo é dos mais espertos", no entanto até que ponto ser mais esperto é vantajoso, tomar precauções, não exagerar deve ser mais proveitoso, sempre é bom pensar antes de decidir e quando se trata de educação também é delicado é bom não exagerar, pois pode gerar muitos descontentos que poderiam ser evitados, para tudo é ideal se ter limite, analisar o que e como uma atitude pode trazer melhores resultados .
Se for possível cobrar na medida certa, para que exagerar?
Se for possível crescer sem abusos, para que a ganância abusiva?
Quem vai com muita sede ao pote pode até morrer de sede.

Procon multa escolas por lista irregular de material

Para Procon, a escola deve comprar materiais de uso coletivo.

A lista de material é extensa. São mais de 35 itens. Alguns, o consultor Jonatas Jacinto considera um exagero: “São mais de 3 mil folhas de papel A4. Dividindo isso em 200 dias de ano letivo ele gastaria 7 folhas por dia e não gasta duas”.

Por causa de reclamações como a de Jonatas, fiscais do Procon de Goiânia decidiram multar as escolas com base no Código de Defesa do Consumidor, que diz: é proibido exigir vantagem excessiva.

Os fiscais consideram que muitas listas de material escolar se enquadram nesse artigo. A multa é de R$ 3 mil. A escola tem dez dias para se defender e explicar o motivo do pedido de alguns itens. Mas como explicar papel-toalha, guardanapo e barbante?

Ao todo, 35 escolas de Goiânia já foram multadas porque estariam exagerando nos pedidos de material para os alunos. Para o Procon, a escola é quem deveria comprar os materiais de uso coletivo. Custo que, os fiscais entendem, é coberto pelo valor da mensalidade.

“Esses materiais têm que fazer parte da planilha de custo do colégio”, avisa o fiscal do Procon.

Além de receber a multa, as escolas estão sendo obrigadas a devolver o que foi considerado exagero.

“As escolas que estão insistindo em não devolver, nós estamos indo e exigindo que eles devolvam. Ou nós vamos autuar novamente”, avisa o diretor do Procon de Goiânia Josué Gouveia.

FONTE: JORNAL BOM DIA BRASIL.

Relatório da necropsia indica que Michael Jackson era careca.

Relatório da necropsia indica que Michael Jackson era careca
Documento também confirma que o rei do pop sofria de vitiligo.

Foi assunto no mundo inteiro: aquele cabelo grande e liso de Michael Jackson na verdade era peruca.

O relatório completo da necropsia do rei do pop revela que os cabelos de Michael eram curtos, ralos e cacheados - presos a uma peruca. Ele tinha calvíce frontal.

O documento confirma ainda que o cantor tinha vitiligo, com manchas brancas no peito, no rosto e nos braços.

De acordo com os legistas, a causa da morte foi intoxicação por grande quantidade do anestésico propofol.

FONTE:JORNAL BOM DIA BRASIL

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mais um ano letivo...

Mais um ano letivo para recomeçar, muitos planos, projetos, encontros...
Mais uma caminhada a seguir, muitos passos serão dados, muitos papeis e palavras rabiscados e pronunciados, que nessa nova batalha Deus esteja como nosso general, nos guiando para podermos ser melhores profissionais, pois o gratificante de tudo isso é que mesmo sendo desvalorizados é nosso o mérito da aprendizagem educacional humana.
Ao ler um e-mail de uma colega e por conter em partes algumas verdades publico para compartilhar algumas palavras que alguém um dia escreveu dizendo:

O professor está sempre errado!

material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Quando…É jovem, não tem experiência.É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.Tem automóvel, chora de “barriga cheia”.
Fala em voz alta, vive gritando.Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um “Caxias”.Precisa faltar, é “turista”.
Conversa com os outros professores, está “malhando” os alunos.Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.O aluno é aprovado, “deu mole”.
É, o professor está sempre errado mas, se você conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!
(Jô Soares)

A escola da família

1. Apresentar a escola e os funcionários à família
Uma maneira de recepcionar e integrar
Convidar os pais para conhecer as instalações e, principalmente, a equipe pedagógica e os funcionários é fundamental para que eles se apropriem do espaço e se sintam à vontade para fazer parte dele. Esse momento pode acontecer antes ou após a matrícula e serve para que os gestores exponham o funcionamento e a rotina da escola e informem sobre as atividades extraclasse. Explique a finalidade de cada ambiente e a função dos profissionais que ali trabalham, apresentando-os pelo nome. Aproveite para compartilhar as regras de funcionamento previstas no Regimento Escolar. Ao comunicá-las aos pais, abre-se um canal de diálogo sobre os direitos e deveres de cada um. Se possível, faça com que os professores conheçam os familiares antes do início das aulas.

2. Fazer uma entrevista com os pais e os alunos
Conhecendo para quem se trabalha
As matérias-primas de qualquer relação humana são o interesse, a compreensão e o respeito. Para que a escola tenha uma parceria efetiva com as famílias e direcione as ações que favoreçam a aprendizagem, ela precisa saber quem é o seu público. O ato da matrícula é o momento ideal para a primeira entrevista. Aborde assuntos como a história de vida da criança e a experiência escolar anterior. Conversas individuais com pai e mãe ao longo do ano ajudam a identificar as habilidades dos alunos que possam ajudar professores e coordenadores a traçar as melhores estratégias de ensino. "O princípio do educador é acreditar no ser humano. Toda criança tem um potencial e a colaboração com as famílias é um atalho para descobrir uma forma eficaz de cada aluno avançar", afirma a psicopedagoga Valéria Dias Gomes, do Centro Universitário do Triângulo, campus Uberlândia, a 550 quilômetros de Belo Horizonte.

3. Assegurar a participação no projeto político pedagógico
Hora de expor o currículo e os projetos
No documento mais importante da escola, já devem estar previsas as possíveis contribuições das famílias. Exemplos: pais, mães e avós podem ser convidados para falar durante o desenvolvimento de atividades sobre profissões e brincadeiras de infância. Dessa forma, a escola valoriza os conhecimentos da comunidade e fortalece o vínculo com ela. No projeto político pedagógico, podem estar listadas outras ações institucionais, como campeonatos entre pais, oficinas em que a família constrói brinquedos, rodas em que os pais contam histórias ou escutam as lidas pelos alunos e os eventos de finalização dos projetos desenvolvidos pelas turmas com a presença dos pais.

4. Ter uma pauta focada no processo de ensino
Eficaz para informar sobre a aprendizagem
"A reunião para falar mal dos estudantes e compartilhar somente problemas não serve para nada. Os encontros devem mostrar as intenções educativas da escola e a evolução da aprendizagem e discutir estratégias conjuntas para melhorá-la", acredita Pedro de Carvalho da Silva, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, em Portugal. Durante a pesquisa As Escolas e as Famílias em Portugal - Realidade e Perspectivas, com famílias consideradas ausentes da Educação dos filhos, o professor verificou que o principal motivo da não-participação era a pauta das reuniões: "Elas eram chamadas para ouvir comentários negativos sobre os filhos ou sobre a maneira de educar em casa". Na EE Leopoldo Miranda, em Belo Horizonte, o foco dos encontros é sempre a aprendizagem. E isso desde a primeira reunião, em que os pais dos 1,4 mil alunos ocupam o pátio da escola. No evento, a diretora, Lilianne Marino (foto), entrega o calendário e as regras da escola e apresenta o projeto político pedagógico. Ela faz um balanço do ano anterior e informa sobre as metas, organizadas em uma planilha e classificadas por cores: em verde estão as que foram atingidas e em vermelho aquelas em que a escola precisa melhorar. Nas outras reuniões, os pais são convidados para ver produções dos filhos e recebem um relatório sobre os avanços na aprendizagem.

Marcar encontros em horários adequados para os pais
Respeito aos que trabalham fora
Uma medida simples e bastante eficiente para garantir uma reunião com um quórum significativo é marcá-la em data e hora que permitam aos pais comparecer. Todos sabem que homens e mulheres enfrentam duplas jornadas, dividindo o dia entre os afazeres de casa e os profissionais. Não adianta agendar a reunião para as 15 horas de uma quarta-feira porque a sala ficará vazia. O ideal é fazer uma enquete com as famílias para saber quais são os horários mais adequados à maioria. Informe com antecedência o dia do encontro, assim como a pauta, o tempo de duração e os momentos previstos para as falas de pais, gestores e professores

6. Dar visibilidade à produção dos alunos
Procedimentos para valorizar a aprendizagem
Ao compartilhar com a comunidade o que as crianças fazem em sala de aula, os gestores mostram o que importa no processo. É possível expor as produções dos alunos nos diferentes espaços da escola e da comunidade durante o ano, de modo que todas as turmas tenham a possibilidade de mostrar o que aprenderam. Assim, os alunos saberão respeitar as atividades realizadas pelos colegas e os pais terão a oportunidade de acompanhar a produção dos filhos. Port-fólios, cadernos, avaliações e trabalhos coletivos e individuais são os registros materiais que documentam os avanços da garotada. Eles devem estar sempre em ordem, apresentáveis e disponíveis para os pais.

7. Informar a comunidade sobre o andamento da escola
Demonstração de respeito e transparência
Ferramentas tradicionais, como murais, bilhetes, diário dos alunos e demais comunicados impressos, são instrumentos que servem para informar sobre o funcionamento da escola, prestar contas, convocar reuniões e compartilhar os projetos em andamento. Na era da informática, as escolas com computador e acesso à internet podem ter outros canais de comunicação que facilitem a interação. A criação do site da escola com espaço para comentários dos visitantes, de listas de discussão, fóruns e blogs é um exemplo. Os resultados de avaliações como a Prova Brasil e as feitas por sistemas estaduais e municipais, pela importância que têm para o diagnóstico da escola e o planejamento de ações futuras, não devem ser comunicados por escrito. Eles merecem ações mais formais de divulgação. Para eles, convoque uma reunião específica com pais, funcionários e equipe pedagógica da escola para discutir os dados.
8. Constituir a Associação de Pais e Mestres (APM)
Uma forte aliada para fazer uma boa escola
As APMs são organizações da sociedade civil que dão apoio às questões financeiras em prol das necessidades pedagógicas e administrativas. Enquanto os conselhos têm uma função basicamente consultiva, as APMs constituem, pela sua natureza jurídica, os braços executores. Elas podem receber recursos públicos vindos de programas oficiais - como o Programa Dinheiro Direto na Escola, do governo federal, e outros específicos das redes às quais pertencem - e têm a possibilidade de arrecadar contribuições da comunidade. Além dos pais, elas serão mais representativas se contarem com a presença de professores que ainda estão na ativa e aposentados, alunos e ex-alunos que ainda mantenham vínculo com a instituição e moradores e empresários da comunidade. A participação deve ser aberta a todos os interessados. Contudo nada impede que um convite pessoal seja feito para aqueles que acompanham mais de perto a vida da escola. Algumas redes estaduais e municipais têm normas que regulamentam a formação das APMs. Procure se informar sobre o estatuto da sua região na Secretaria de Educação e procure os materiais distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação (MEC).

9. Incentivar a participação no conselho escolar
O fórum ideal para definir rumos
É no conselho escolar que são debatidas a aplicação dos recursos financeiros, a compra de materiais pedagógicos e as estratégias adequadas para a superação dos mais variados problemas relacionados com o dia a dia da instituição. Quando ele é bem estruturado, ajuda o gestor a definir a personalidade da escola. Os conselheiros passam a ser verdadeiros parceiros na tomada de decisões para a melhoria da qualidade do ensino, tornando a gestão mais democrática. Algumas redes têm normas que regulamentam a formação dos conselhos. O MEC também disponibiliza material para a implantação nas escolas. O conselho da EMEF Jean Piaget, em Porto Alegre, é muito ativo graças à integração entre gestores e famílias. "Desde o início, chamamos para participar pais e professores que tinham uma forte ligação com a escola e a comunidade. Como estavam sempre presentes, já sabiam das necessidades e estavam dispostos a colaborar por um objetivo comum", conta a vice-diretora, Sabrina Garcez. Em uma das reuniões, os gestores mostraram o quanto a evasão prejudicava a avaliação e a imagem da escola. Os membros do conselho decidiram conversar com as famílias. Foi assim que Mário Virgulino e Nilza Satim (em pé na foto) conseguiram que Everton Gabriel Araujo, neto de Maria Lurdes Macedo, retornasse às aulas. "Em dois anos, reduzimos em 95% a evasão e o nosso projeto se tornou modelo para a cidade", afirma Paulo Alécio Muhl, diretor da Jean Piaget.

10. Disponibilizar os espaços par a realização de eventos
Um local público para uso da comunidade
A escola pode abrir a quadra, o pátio e até as salas de aula para pais e vizinhos e oferecer atividades esportivas, culturais e sociais quando esses ambientes não estiverem sendo utilizados pelos alunos. Para que essa iniciativa dê certo, é preciso que a gestão estabeleça normas claras e organize os horários adequados para garantir a segurança dos usuários e do patrimônio, além da utilização compatível com os objetivos da escola. Essa ação tem sido transformada em políticas públicas por algumas redes, que a incentivam e dão subsído para que ela aconteça, na medida em que atende a uma necessidade do público por um lugar organizado para o lazer. A comunidade, por sua vez, passa a respeitar o espaço que utiliza.

11. Criar uma Escola de Pais com palestras e debates
Informações que ajudam a educar
"Sempre que possível, a escola deve ser uma referência para as famílias, ajudando-as a compreender melhor os filhos e a realidade. Ela pode levantar o debate sobre as questões sociais e culturais mais presentes no cotidiano da comunidade", acredita Maria do Carmo Brant, do Cenpec. Encontros com especialistas em saúde, nutrição, aprendizagem, higiene e debates sobre violência e psicologia infantil são assuntos que interessam a todos. Além disso, é uma forma de, por meio da informação e da análise, favorecer a transformação do entorno.

12. Visitar as famílias dos alunos em casa
Ampliação do olhar sobre a comunidade
Sair da escola para conhecer o bairro, a residência e os pais dos estudantes pode ser uma experiência e tanto para gestores e docentes. Com essa prática, eventuais problemas de comportamento ou dificuldade em sala de aula têm mais chances de ser compreendidos e resolvidos. Em Taboão da Serra, município da Grande São Paulo, o Programa de Interação Família e Escola, no qual professores e diretores visitam a casa dos alunos, transformou a realidade do município e da Educação local, melhorando a aprendizagem e reduzindo a evasão. Para que uma iniciativa assim dê certo, é preciso organizar um calendário e verificar quais membros da equipe estão dispostos a participar, assim como as famílias que aceitam receber os educadores

13. Promover festas e comemorações
Forma descontraída de estreitar o vínculo
Assim como as atividades esportivas e culturais, as festas não devem ser as únicas oportunidades para contar com a presença de pais e mães na escola. Contudo, elas são ótimas chances para criar uma relação mais próxima e conversar sobre os filhos. As famílias mais presentes até assumem a organização de eventos e outras iniciativas propostas pela escola. Na EMEF Jesus de Nazaré, em Açailândia, a 600 quilômetros de São Luís, pais como José Silva dos Santos estão sempre presentes para ajudar no dia a dia da escola. Em eventos como a tradicional Festa Junina, ele aproveita para pendurar bandeirinha com o professor de Educação Física, Ezau Souza, e conversar sobre o desempenho do filho. "A presença deles nas comemorações é só parte do que acontece durante o ano todo", diz a diretora, Marta Gomes. A política de portas abertas da gestora deixa os pais à vontade para que frequentem a escola não somente nas reuniões, mas sempre que precisam tirar dúvidas e se informar sobre os filhos. "Deixo claro que não há ninguém melhor do que eles para cobrar o bom desempenho dos professores e da equipe gestora." Porém alguns cuidados são necessários ao planejar as comemorações: as festas não podem desrespeitar a liberdade religiosa das famílias nem ter participação obrigatória.

fonte: Nova Escola

A escola da família

Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas educacionais. Porém nem sempre esse princípio é considerado quando se forma o vínculo entre diretores, professores e coordenadores pedagógicos e a família dos alunos

Os deveres da família

Até o século 19, a separação de tarefas entre escola e família era clara: a primeira cuidava daquilo que à época se chamava "instrução", que na prática era a transmissão de conteúdos, e a segunda se dedicava à "Educação", o que significava o ensinamento de valores, hábitos e atitudes. "A Era Moderna deixa nebulosa essa divisão do trabalho educacional. Reconhecida como um valor de ascensão social para as classes surgidas com a urbanização, a Educação passa a ser objeto de atenção das famílias e as expectativas em relação à escola se ampliam", diz Maria Amália de Almeida, da UFMG. Na prática, a escola passou a ser reconhecida como um espaço de aprendizagem dos conteúdos e de valores para a formação da criança. Assim, as fronteiras se tornaram confusas. As responsabilidades da escola já foram detalhadas na reportagem ao lado. Mas, o que se pode esperar das famílias, além de que elas garantam o ingresso e a permanência das crianças em sala de aula? Quando se sentem integradas, elas passam a participar com entusiasmo das reuniões e se tornam parceiras no desafio de melhorar o desempenho dos filhos. Com o intuito de indicar caminhos para a participação mais efetiva das famílias, o projeto Educar para Crescer, iniciativa da Editora Abril e da Universidade Anhembi Morumbi, vai lançar a partir de 26 agosto o Guia da Educação em Família, que será encartado em diversas publicações da editora. Esse material, assim como o folheto Acompanhem a Vida Escolar dos Seus Filhos, do Ministério da Educação, traz orientações simples sobre como os pais podem trabalhar com a escola. Entre as dicas, estão:
- Ler para as crianças ou pedir para que elas leiam para eles.
- Conversar sempre com os filhos sobre assuntos da escola.
- Acompanhar as lições de casa e mostrar interesse pelos conteúdos estudados.
- Verificar se o material escolar está completo e em ordem.
- Zelar pelo cumprimento das regras da escola.
- Participar das reuniões sempre que convocados.
- Conversar com os professores.
FONTE:NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR

PISO E CARREIRA

Piso e Carreira devem “andar juntos” para o bem da Educação e da valorização profissional
A CNTE, em parceria com a CUT, decidiu ampliar a edição a fim de que todos os municípios do país recebam as contribuições do Conselho Nacional de Educação, bem como os comentários da CNTE sobre as Diretrizes Nacionais emanadas através da Resolução CNE/CEB nº 2/2009 e do Parecer CNE/CEB nº 9/2009. Ambas as Entidades também solicitaram audiência com o presidente Lula para debater as dificuldades de implementação do PSPN, nos estados e municípios, sobretudo os desdobramentos da interpretação da Advocacia Geral da União acerca do reajuste, em 2010, sugerido pelo MEC no final de 2009.

Em relação à distribuição dos Cadernos, que ficará a cargo das Entidades estaduais, as quantidades basearam-se no número de habitantes por município. Cada Sindicato filiado à CNTE também receberá uma quota extra para a realização de seus trabalhos. A íntegra da publicação encontra-se disponível no sítio eletrônico da CNTE.

Lembramos que a Lei 11.738, em seu art. 6º, determina a adequação dos planos de carreira da categoria ao piso salarial profissional nacional do magistério. Já a Resolução CNE/CEB nº 02/2009, além de pautar os horizontes comuns para as carreiras do magistério de todo país, também se fundamenta no art. 40 da Lei 11.494 (Fundeb), e possibilita a extensão dos planos de carreira aos demais profissionais da educação – Funcionários de Escola, conforme disposto no art. 61 da LDB (Lei 9.394/96).

Espera-se, por meio dessa publicação, alcançar o máximo possível de representantes da categoria dos trabalhadores em educação, assim como os gestores públicos, para que o Piso e a Carreira, juntos, caminhem na perspectiva da valorização dos profissionais da educação e da qualidade da escola pública.


Fonte: CNTE

PLANOS DE CARREIRA

Projeto de Lei que estabelece as diretrizes para os planos de carreira foi aprovado
O plenário da Câmara Federal aprovou nesta quarta-feira (16) o Projeto de Lei que determina o uso do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para a revisão, em janeiro de cada ano, do piso salarial brasileiro para o magistério público da educação básica. O PL 3776/08 deve ser votada ainda pelo Senado.

O governo pretende mudar a lei de criação do piso, sancionada neste ano, para evitar um "aumento contínuo" dos gastos com pagamentos aos professores. Isso permitiria, segundo o Executivo, que o dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) fosse usado para outras despesas, como construção de escolas, compra de material de ensino e universalização do uso da informática.

A lei que criou o piso nacional (11.738/08), cuja relatora foi a deputada Fátima Bezerra, adota como índice de correção o mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. Esse valor é definido nacionalmente de acordo com o número de matrículas.

Ao usar o INPC para corrigir o salário dos professores, o Governo pretende desvincular a correção do crescimento do número de matrículas e da própria elevação do número de profissionais que ganharão o piso da categoria.
FONTE:SINTE/RN

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Governo lança notas de real de olho em internacionalização.

BRASÍLIA (Reuters) - A nova família de cédulas do real, lançada pelo governo nesta quarta-feira, prepara o país para que a moeda brasileira tenha circulação internacional.

"O real hoje é uma moeda forte... E a moeda só é forte quando reflete a solidez da economia", afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao apresentar as novas cédulas, ao lado do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

"Temos que nos preparar para que o real tenha circulação internacional... Para isso, é importante termos papel-moeda sólido, que seja a prova de falsificações."

Meirelles também destacou que a troca das notas, sem que um novo padrão de moeda esteja sendo introduzido como ocorreu várias vezes no passado, é um sinal importante da estabilização da economia.

"Desta vez no Brasil a mudança na família de moedas veio dentro de um critério de continuidade, de estabilização, e não de uma mudança no padrão da moeda. Isso é muito importante", disse Meirelles.

"Outro dado da maior importância é que, como consequência da estabilização da economia brasileira, o real cada vez mais começa a ser uma reserva de valor e passa a ser absolutamente natural que uma parcela da população comece a pensar em manter moeda física em casa."

O lançamento da segunda família de cédulas do real foi aprovada em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN). As novas notas entrarão em circulação gradualmente até 2012, mas as cédulas já existentes continuarão valendo até a substituição integral.

(Reportagem de Isabel Versiani)
FONTE:MSNNOTÍCIAS

Dúvidas ortográficas

1. BEM-VINDO ou BENVINDO?

A saudação é BEM-VINDO (=bem recebido):
“Seja bem-vindo.”
“Ele será bem-vindo a esta cidade.”
BENVINDO é nome próprio de pessoa:
“Ele se chama Benvindo.”

2. EM VEZ DE ou AO INVÉS DE?

AO INVÉS DE = ao contrário de:
“Ele entrou à direita ao invés da esquerda.’
“Subiu ao invés de descer.”
EM VEZ DE = em lugar de:
“Foi ao clube em vez de ir à praia.”
“Apertou o botão vermelho em vez do azul.”
OBSERVAÇÃO:
Como AO INVÉS DE só pode ser usado quando há a ideia de “oposição”, sugiro que se use sempre EM VEZ DE.
EM VEZ DE pode ser usado sempre que existe a ideia de “substituição, troca”, mesmo se for de “oposição”.

3. MAIS ou MAS ou MÁS?

MAIS = opõe-se a MENOS:
“Hoje estou mais satisfeito.” (=poderia estar menos satisfeito)
“Compareceram mais pessoas que o esperado.” (=poderiam ser menos pessoas)
MAS = porém, contudo, todavia, entretanto:
“Estudou mas foi reprovado.” (=porém)
“Não foram convidados, mas vieram à festa.” (=entretanto)
MÁS = plural do adjetivo MÁ; opõe-se a BOAS:
“Não eram más idéias.” (=eram boas idéias)
“Estavam com más intenções.” (=não tinham boas intenções)

4. PORISSO ou POR ISSO?

“PORISSO” não existe.
Use sempre POR ISSO:
“Ele trabalha muito, por isso merece uns dias de folga.”

5. SENÃO ou SE NÃO?

SE NÃO = se (conjunção condicional = caso) + não (advérbio de negação):
“Se não chover, haverá jogo.” (=Caso não chova)
“O presidente nada assinará, se não houver consenso.” (=caso não haja consenso)
Usaremos SENÃO em quatro situações:
SENÃO = de outro modo, do contrário:
“Resolva agora, senão estamos perdidos.” (=do contrário estamos perdidos);
SENÃO = mas sim, porém:
“Não era caso de expulsão, senão de repreensão.” (=mas sim de repreensão);
SENÃO = apenas, somente:
“Não se viam senão os pássaros.” (=somente os pássaros eram vistos);
SENÃO = defeito, falha:
“Não houve um senão em sua apresentação.” (=não houve nenhuma falha, nenhum defeito).

6. SOB ou SOBRE?

SOB = embaixo:
“Estamos sob uma velha marquise.”
“Ficou tudo sob controle.”
SOBRE = em cima de:
“A lágrima corria sobre a face.”
“Deixou os livros sobre a mesa.” (=em cima da mesa)

7. TAMPOUCO ou TÃO POUCO?

TAMPOUCO = nem:
“Não trabalha tampouco estuda. (=nem estuda)
OBSERVAÇÃO:
“Não trabalha nem tampouco estuda.” (=nem tampouco é redundante)
Basta: “Não trabalha nem (ou tampouco) estuda.”
TÃO POUCO = muito pouco:
“Estudou tão pouco que foi reprovado.”

8. TODO ou TODO O?

TODO = qualquer:
“Ele realiza todo trabalho que se solicita.” (=qualquer trabalho)
“Toda mulher merece carinho.” (=todas as mulheres)
“Todo país tem seus problemas.” (=qualquer país, todos os países)
TODO O = inteiro:
“Ele realizou todo o trabalho.” (=o trabalho inteiro)
“Acariciava toda a mulher.” (=a mulher inteira)
“Haverá vacinação em todo o país.” (=no país inteiro)
FONTE:DICAS DE PORTUGUÊS ( SÉRGIO NOGUEIRA )

Aluno vai saber concorrência para curso antes de entrar no SiSU, anuncia MEC

Os candidatos que estão usando o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para escolher cursos em instituições de ensino superior poderão, agora, saber qual é o total de inscritos em cada opção, a nota de corte, a relação candidato/vaga e a maior nota entre os inscritos antes do login no sistema. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (2) pelo Ministério da Educação (MEC).

Na página do SiSU (http://sisu.mec.gov.br), já há um link com a inscrição “Antes de acessar o SiSU, confira a nota de corte.” A pesquisa pode ser feita por nome, estado, instituição, campus ou curso.

Somente as vagas de ampla concorrência têm as notas de corte exibidas na consulta. Segundo o MEC, a concorrência das vagas para cotistas não está disponível no sistema aberto. Neste caso, afirma o órgão, podem existir outros critérios de seleção além da nota.


FONTE:GLOBO.COM

Veja orientações para evitar fraudes com cartão de crédito

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor aconselha que o cartão magnético disponibilizado pelo seu banco seja utilizado com cautela: jamais forneça a sua senha a outras pessoas e não aceite ou solicite ajuda de terceiros para operar os terminais eletrônicos.

O correntista é responsável por todo e qualquer uso que seja feito do cartão magnético até o momento em que a sua perda (ou furto) seja comunicada ao banco. Para mais informações, entre no site do Ibradec .

Já a Associação Nacional dos Usuários de Cartões de Crédito mostra como se defender de fraudes no cartão de crédito em suas diferentes formas. Há a possibilidade, por exemplo, de o usuário receber contato por e-mail ou por telefone.
No momento de utilização de seu cartão físico, é sempre bom acompanhar o atendente do estabelecimento.

Em postos de venda de cartões , solicite um telefone de contato.
Veja também como acontecem as fraudes na internet . Por isso, é preciso se proteger. Nunca fornecendo, por exemplo, informações pessoais a ninguém por emails, entre outras medidas de segurança .

A Serasa também tira as principais dúvidas de como utilizar corretamente o cartão de crédito, para evitar fraudes.
O Procon-SP dá dicas para o consumidor utilizar o cartão de crédito corretamente e evitar fraudes

FONTE:JORNAL BOM DIA BRASIL

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

RESULTADO DO ENEM

Inscrição em federais com nota do Enem deve abrir na 6ª

O Ministério da Educação deve divulgar amanhã os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Com isso, devem ser abertas na sexta-feira as inscrições para cerca de 48 mil vagas em 25 universidades e institutos federais que vão utilizar o Enem como único critério de seleção de estudantes.

Quando forem abertas as inscrições, os candidatos terão quatro dias úteis para escolher o curso e a instituição em que querem estudar. Será possível saber de antemão se a nota obtida no Enem é suficiente para garantir a vaga.

Após a primeira rodada de preenchimento de vagas, que vai até 3 de fevereiro, outros dois períodos de inscrição devem ser abertos pelo MEC, com as vagas que restarem.

Serão divulgadas cinco notas, uma para redação e as outras para cada área de conhecimento avaliada na prova. O peso de cada nota poderá variar conforme a universidade.

Fonte:Destak Jornal

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dicas para um carnaval seguro e em paz.

Caso você ainda vá participar de eventos relacionados ao carnaval, LEIA ALGUMAS dicas de segurança

* Evite bebida alcóolica, se beber beba moderadamente

* Se beber, não dirija. Entregue a direção do carro para outra pessoa que não tenha bebido.

* Fique em companhia de pessoas de sua confiança.

* Não aceite bebida de pessoas desconhecidas.

* Não ultrapasse os limites de seu organismo.

* Evite Sexo Casual.

* Use camisinha;

* Respeite as pessoas, não se envolva em brigas

* Evite a companhia de desconhecidos;

* Não use objetos de valor ou que possam chamar a atenção de oportunistas;

* Não saia com grande quantidade de dinheiro;

* Cuidado com seus documentos pessoais, mas, se perdê-los, preste queixa junto a delegacia da localidade em que estiver.

*Cuidado com as Crianças na Folia
Se seguir estas pequenas sugestões e dicas para o Carnaval, você terá uma probabilidade muito grande de contar boas histórias para os amigos após o término da festa.
Fonte:Blog de Guida Cappelo